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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Portugueses resistem – Edifícios bioclimáticos



Consumidores já estão sensibilizados para a eficácia energética dos electrodomésticos, mas são pouco sensíveis no que respeita aos imóveis.

Os edifícios bioclimáticos permitem um ambiente mais confortável e gastam menos energia, sendo mais económico, mas os portugueses ainda resistem a optar por estas casas, por falta de sensibilização e também pelo preço inicial, que pode ser mais elevado.

A orientação do edifício, com as divisões mais utilizadas viradas a sul, a distribuição das áreas envidraçadas, a ventilação e forma de utilizar os materiais são factores decisivos para obter uma casa bioclimática, ou seja, uma casa que “responde” bem às condições do clima, sem grandes necessidades energéticas.

Porém, na hora de comprar um imóvel, os portugueses não questionam a eficiência energética da construção, como já fazem quando adquirem um frigorifico, por exemplo. Estão mais preocupados com o preço e a localização do novo lar. Segundo alguns técnicos do sector, as casas bioclimáticas apresentam um preço inicial mais elevado, um acréscimo recuperado a médio ou longo prazo com a redução dos custos energéticos. Outras opiniões referem que se trata de usar os mesmos materiais, mas de for diferente, o que não implica aumento de investimento.

Um tempo de mudança – Mundo com olhos na cimeira de alterações climáticas da ONU em Copenhaga

Quase 100 chefes de Estado e governo decidem o futuro


A capital da Dinamarca, Copenhaga, foi no mês de Dezembro o centro do mundo. A 7 de Dezembro de 2009 começou a Conferência das nações Unidas para as Alterações Climáticas, um problema que têm vindo a adquirir grande importância por parte dos Estados e Governos de todo o Mundo. A conferência durou 12 dias e estiveram reunidos192 países, que começaram na Cimeira do Rio em 1992, com o objectivo de travaras mudanças da Terra.

A redução da emissão de gases de efeito de estufa, em especial o CO2, que têm aumentado a temperatura da Terra é o objectivo principal da reunião. O objectivo era renovar o Protocolo de Quioto, que se encontra em vigor até 2012.

De acordo com Yvo de Boer, secretário-geral executivo da ONU para as Alterações Climáticas, o “ponto mais quente” da cimeira é a chamada “partilha de encargos”: que países devem reduzir emissões e em que montante e quanto dinheiro custa.



Os analistas consideram que um acordo é difícil de alcançar, mas a Cimeira ganhou um novo fôlego com um compromisso de princípio da China e dos EUA – principais emissores de CO2 – em reduzir as suas emissões.

O consenso aponta para a necessidade de os líderes políticos chegarem a um acordo, mesmo que não seja ideal ou sequer um bom acordo. Mas será pelo menos o princípio.

Tornar mais eficientes as políticas nacionais e locais para implementar a redução de emissões é o desafio principal. E isso requer liderança dos políticos e vontade dos cidadãos. O destino do Mundo também está nas suas mãos.

Os três maiores emissores de CO2
Segundo Dioxide Information Analysis Center, entre 1980 e 2006, a China foi o país que mais evoluiu nos níveis de poluição. Os EUA também aumentaram as emissões; a Rússia reduziu-as.

China

6.018 mil toneladas em 2006

EUA

5.903 mil toneladas em 2006

Rússia

1.704 mil toneladas em 2006